JERUSALÉM POSTA COMO EXEMPLO PARA O POVO DE DEUS



“Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!” - Mateus 23:37-37

O fato de muitos não serem salvos não é responsabilidade de Deus. Não foi porque Deus não quis salvá-los, nem porque o sangue de Jesus seria limitado em seu efeito salvador, e não poderia ter salvado a todos.

Salvação é uma aliança de Deus com o homem. Se o homem não quer ser salvo não há como ser feita a aliança salvadora. Jesus somente paga os pecados daqueles que querem que o Senhor faça isso.

Ressalta-se que o sangue, a vida, foi derramado (a) para todos os homens, mas Deus estabeleceu que o homem precisasse aceitar o pagamento substitutivo dos pecados, para tomar posse do direito ao derrame de vida/sangue que Jesus fez.

A aliança salvadora é um acordo de vontades livres, entre Deus e o pecador. Se um pecador “não quer” fazer o pacto/contrato/a aliança com Deus para ser salvo, não haverá salvação dessa pessoa, pois a salvação não é imposta por força “irresistível”, mas somente se o homem quiser ser salvo.

Isso ocorre porque acordo/pacto/contrato/aliança é um ajuste de duas, ou mais, vontades livres. Na aliança salvadora feita por Deus, Ele desejou salvar o pecador, mas se a vontade do homem é não ser salvo, não haverá aliança salvadora porque salvação é fruto de uma aliança e não uma IMPOSIÇÃO de uma vontade irresistível e única da parte de Deus.

Quando uma pessoa aceita o sacrifício de sangue de Jesus, Jesus, por sua vez, assume os pecados dessa pessoa. Isso faz com que a justiça e a vida de Jesus sejam sobre tal pecador e a injustiça e a morte resultantes dos pecados deste pecante sejam pagos com a morte de Jesus, em cumprimento da determinação de morte para quem pecar.

"Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome" (João 1:12). Aqui os homens aceitam a graça oferecida!

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